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Chef consciente
A sustentabilidade é o tema mais discutido na atualidade. E atitudes como reciclar o lixo e o óleo de cozinha, mais do que nunca, é um ato de cidadania. Nas cozinhas profissionais, no entanto, isso se torna obrigação para os chefs que sabem de sua responsabilidade socioambiental.
Apenas um litro de óleo descartado contamina um milhão de litros de água, quantidade suficiente para o consumo de uma pessoa por 40 anos. E, uma garrafa de cerveja pode ficar por quatro mil anos no planeta. Diante deste fato, a palavra de ordem é reciclar.
A tarefa, que pode parecer complicada, hoje já está acessível à bares e restaurantes com um simples telefonema. Basta separar o lixo e entrar em contato com ONGs especializadas (veja lista a seguir). As entidades vão até o estabelecimento, recolhem o material e o transformam em artesanatos, objetos e produtos de limpeza. Seja um “chef verde”!
Coleta de óleo
Centro de atenção Psicossocial de São Sebastião
Rua Itaú, 294, Pontal da Cruz. São Sebastião, SP, (12) 3892-1835.
- Giglio
Rua Rio Preto, 145, Vila Vivaldi, São Bernardo do Campo, SP, (11) 3382-1188;
www.giglio.com.br
- Lirium Industria e Comércio
Av. Guaraciaba, 268 B, Sertãozinho, Mauá, SP, (11) 4544-1024;
www.liriumreciclagem.com.br
- Ong Trevo
Av. Henry Ford, 686/690, Móoca, São Paulo, SP, (11) 2061-3867;
www.trevo.org.br
Coleta de lixo
- 4R Ambiental
Rua Eduardo Augusto Mesquita, 835, Carapicuíba, São Paulo, SP, (11) 4146-1000;
www.4rambiental.com.br
Fonte: Prazeres da Mesa OnLine.
Fernando Assad Abdalla
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Conheça alguns lançamentos que estão desembarcando na Doural – Ecology – Australia
A Doural introduz a consciência ambiental no cotidiano das pessoas através da Ecology, uma nova marca que chega ao Brasil, que é criada e desenvolvida na Austrália com a proposta ecologicamente correta de reduzir o impacto ambiental por suas linhas de produtos para cozinha.
Itens sustentáveis estão ganhando mais força e significado na sociedade.
Não basta apenas olhar para o produto final: a responsabilidade com o meio ambiente deve começar no desenvolvimento da peça e seguir por todo o processo de fabricação, mantendo sempre a preocupação com o bem estar dos recursos naturais disponíveis na Terra.
Ao optar por produtos ecologicamente corretos, o consumidor faz bem para si próprio e para o planeta. Ecology usa matéria prima de origem natural no desenvolvimento dos produtos e as embalagens além de recicláveis são fabricadas a partir de material reciclado, com utilização de tinta com base orgânica. Desta forma, mostra que as mudanças podem ser feitas até mesmo na escolha de utensílios para casa e o resultado é uma transformação do lar com acessórios charmosos e que respeitam a biodiversidade.
Em agosto, chegam os lançamentos de Acácia e Porcelana, linhas com o objetivo de melhorar a vida das pessoas com responsabilidade socioambiental, sem deixar de lado o glamour e a beleza, que indiscutivelmente estão presentes nelas.
- Linha Acácia: é uma madeira de espécie lenhosa, de rápido crescimento e naturalmente resistente a água. Fabricadas nas Filipinas, as peças são artesanais e confeccionadas com madeira colhida legalmente, além disso, possui uma textura e coloração única, o que faz com que cada peça seja especial. A resistência e a durabilidade do material é outra característica importante da linha que é formada por bowls, petisqueiras e travessas.
- Linha Porcelana: conta com design orgânico, não são queimadas em fornos de carvão, além de reduzir o uso de metais pesados na produção das peças.
Apresenta as linhas Bakeware (peças para forno), Coffeeware, Pasta & Soup (canecas e bowls) e Kitchenware (utensílios).
Fernando Assad Abdalla
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Sacolas de plástico: Heroínas ou vilãs?!
As sacolas plásticas surgiram no final da década de 1950 sendo motivo de orgulho das redes de supermercados e símbolo de status entre as donas-de-casa.
Porém, meio século depois elas se tornaram motivo de discussão.
O plástico é altamente poluente e as sacolas levam cerca de 300 anos para se decomporem. O que nos leva à conclusão de que o melhor seria aboli-las dos supermercados. Mas não é tão simples.
Em todo o mundo são produzidos 500 bilhões de unidades por ano. No Brasil, 1 bilhão de sacolas são distribuídas nos supermercados mensalmente – o que dá 66 sacolas por brasileiro ao mês.
O plástico filme, matéria-prima das sacolas, representa 10% de todo o detrito do país. E todo esse lixo, que não é pouco, vai levar anos para se decompor.
Em alguns lugares algumas alternativas já foram tomadas. Na Europa e Estados Unidos é comum o uso de sacolas de panos ou sacos ou caixas de papel. Em Nova York, as que levam a inscrição “Eu não sou uma sacola de plástico” viraram febre. Em São Francisco elas foram banidas.
Alguns países, como a Irlanda e Alemanha, cobram uma taxa por sacola. No caso da Irlanda o dinheiro é revertido em projetos ambientais.
No Brasil, a principal alternativa são as sacolas de plástico oxibiodegradáveis. Elas vêm com um aditivo químico que acelera a decomposição em contato com a terra, a luz ou a água. O tempo de degradação é de 3 anos, ou seja, 100 vezes menos que o plástico comum. O governo do Paraná aderiu à novidade por conta própria.
Em contrapartida, a indústria do plástico se defende dizendo que sem ele “não haveria computadores, seringas descartáveis, bolsas de soro e de sangue”. Relembrando a todos, também, que “o plástico tornou os automóveis mais leves, reduzindo a emissão de CO2, causador do efeito estufa” e que “são particularmente importantes para os consumidores que fazem compras a pé ou de ônibus”.
Os fabricantes se comprometem a produzir sacolas mais resistentes, estimular a utilização de sacolas plásticas de uso contínuo e desenvolver ações de educação sobre consumo responsável, coleta seletiva, reciclagem e utilização dos plásticos para a geração de energia.
Outra argumentação utilizada pelos defensores das sacolinhas, é que uma vez banidas vão faltar sacos para o descarte do lixo doméstico.
E você, de que lado está?
Fernando Assad Abdalla
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Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/conteudo_255967.shtml
Falta de combustíveis deve afetar 33% da população mundial em 2020
O presidente do México, Felipe Calderón, declarou que a geração e o consumo irracional de energéticos deixarão um terço da população mundial sem combustíveis fósseis (como a gasolina) em 2020.
A declaração foi dada durante a inauguração do 12º Fórum Internacional de Energia, realizado no dia 31 de Março de 2010.
“Atualmente calcula-se que bilhões de pessoas precisam de combustíveis modernos e esse número poderia subir a mais de um terço da população mundial em 2020″, disse o governante mexicano.
No encontro internacional que foi realizado na turística Cancún, no caribe mexicano, Calderón pediu aos países produtores e consumidores para modificarem os padrões da geração e o consumo de energia.
“O momento de atuar é agora se quisermos diminuir os efeitos da mudança climática. Devemos entender que o compromisso com o ambiente e com a sustentabilidade não deve se opor ao desenvolvimento”, assinalou o presidente mexicano.
Calderón lembrou que o aquecimento global causou um aumento na quantidade de furacões nas costas mexicanas, as maiores inundações e as piores secas registradas nos últimos 70 anos.
“Por isso, o México está comprometido em ser parte da solução do problema do aquecimento global. O governo do México propôs que, para 2012, ao menos 26% da energia gerada do país provirá de fontes renováveis”, assegurou o governante mexicano.
Calderón destacou que, apesar de ser um país petroleiro, o México fica atualmente dentro dos 15 países do mundo com maior geração de energia eólica.
Por sua parte, o secretário-geral do FIE (Fórum Internacional de Energia), o holandês Noé Van Hulst, pediu aos presentes o “compromisso” de gerar confiança e poder atender os temas centrais que fazem parte da agenda de trabalho na reunião de Cancún.
Hulst acrescentou que o FIE (Fórum Internacional de Energia) é a organização mais abrangente e aberta no segmento, e tem um enorme potencial, por isso é o momento de aproveitar este potencial.
O holandês insistiu que “é fundamental que os governos, as empresas, todos os atores envolvidos possamos ter um marco aberto sobre segurança energética mundial”.
“Hidrocarbodependência”
Por sua parte, a ministra mexicana de Energia, Georgina Kessel destacou o papel de Arábia Saudita e Reino Unido, que mantiveram o diálogo energético nos últimos dois anos.
A ministra afirmou que a interdependência do mercado energético de hoje “obriga” a fortalecer os laços de cooperação entre as nações.”Há dois anos, na 11ª edição do FIE, realizada em Roma, o setor energético mundial tinha desafios similares aos que discutiremos nestes dias”, disse.
Ela reconheceu que atualmente os hidrocarbonetos são a fonte de energia mais importante do mundo, e que seguirão sendo durante muitas décadas.
No entanto pediu “para, no futuro, explorarmos combustíveis complementares que poluam menos, já que este é um dos grandes desafios que enfrentamos em relação à geração de energia no século 21″.
Do fórum, participam mais de meia centena de ministros de Energia, 16 organismos internacionais e 38 companhias do setor energético, que representam mais de 90% da demanda e oferta mundial, tanto de petróleo como de gás.
O FIE está constituído por países que integram a Associação Internacional de Energia e da Opep, assim como economias emergentes, como Brasil, China, Índia, México, Rússia e África do Sul.
Também estão presentes altos executivos das maiores companhias petrolíferas do mundo, entre elas Chevron, Exxonmobil, Royan Dutch Shell, Statoil, Repsol YPF, Saudita Aramco, Nigerian National Petroleum, China National Petroleum, Indian Oil Corp. e Nippon Oil Corp.
Fonte: Folha Ambiente – 31/03/2010 – 12h20
Recicle suas cápsulas de café Nespresso – Atitude Sustentável!
Sempre que empresas como a Nespresso tomam atitudes sustentáveis, vejo que não só as pessoas, mas grandes companhias, estão vendo a importância de preservar o planeta.
A Nespresso escolheu o alumínio como material de embalagem de suas cápsulas, assim ele protege o café e os aromas de seus Grands Crus Nespresso.
O alumínio é produzido a partir da bauxita, um elemento natural do solo. E ele pode ser reciclado infinitamente sem perder suas qualidades.
A reciclagem do alumínio consome apenas 5% da energia necessária para extraí-lo do solo.
- A cápsula protetora:
Depois de moídos, os Grands Crus de café são embalados em uma cápsula feita de alumínio. Ao facilitar a recuperação das cápsulas usadas, visamos preservar os recursos naturais e, ao mesmo tempo, reduzir a produção de lixo.
- Implantação da coleta de cápsulas usadas:
No Brasil, a Nespresso está desenvolvendo seu próprio sistema de coleta de cápsulas usadas. As Boutiques Nespresso são o primeiro elo da cadeia.
- A separação do alumínio e do resíduo de café:
Todos os componentes da cápsula Nespresso são recicláveis. Não só o alumínio, mas também o resíduo do café. Esses dois componentes são separados antes do processamento.
Após a separação, o resíduo do café pode ser reutilizado de várias maneiras. Ele pode ser usado, por exemplo, como fertilizante natural na agricultura ou como uma fonte de energia para aquecimento doméstico.
- O derretimento do alumínio:
Para ser reciclado, o alumínio precisa ser derretido novamente. Esse processo, que requer pouca energia, resulta em zero perda de peso ou qualidade e pode ser repetido infinitamente.
A Doural apóia atitudes como esta da Nespresso e tem muito orgulho de revender seus produtos.
Fernando Assad Abdalla
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Sustentabilidade – Você sabe do que se trata?
Ouvimos o termo sustentabilidade em todos os lugares que vamos, mas pouquíssimas pessoas sabem realmente do que se trata.
A sustentabilidade abraça vários níveis de organização, do seu vizinho a todo o planeta.
O conceito de sustentabilidade é explorar as áreas ou o uso de recursos, sendo eles naturais ou não, do planeta de uma forma que não prejudique muito o equilíbrio entre o meio ambiente e as comunidades humanas, bem como a biosfera, ou ecosfera, do qual dependem para existir. Está relacionado com os aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana.
Seu objetivo é representar a civilização e atividade humanas de tal forma que possam preencher suas necessidades e expressar sua capacidade no presente e, ao mesmo tempo, preservar a biodiversidade e os ecossistemas naturais, e mantendo esses ideais através de planejamentos e ações.
Muitos dizem que ser e ter uma atitude sustentável, além de difícil, é economicamente inviável, mas não é bem assim. A aplicação de práticas sustentáveis em extração vegetal, agricultura em larga escala, fabricação de papel e celulose, entre outras, revelou-se economicamente viável e em muitos casos trouxe um fôlego financeiro extra.
Então você me pergunta: “Como ter uma atitude sustentável em casa?”.
- Construa e instale coletores de água de chuva e armazene-as para aproveitamento em limpeza e descargas sanitárias;
- Aplique a reciclagem aos resíduos orgânicos que normalmente iriam para o lixo, eles podem ser objetos de compostagem (conjunto de técnicas aplicadas para controlar a decomposição de materiais orgânicos) para a fabricação de adubos em residências ou casa de material para jardinagem.
- Recicle plásticos, latas e outros resíduos sólidos que iriam para o lixão ou parar nos rios e cursos d’água.
- Economize nos gastos com energia elétrica e outros combustíveis.
Essas atitudes geram economia, empregos, e ainda colaboram para um mundo melhor.
No entanto, é necessário adotar as práticas como cultura, como parte do seu cotidiano, dessa forma suas atitudes sustentáveis serão tão naturais quanto escovar os dentes.
Fernando Assad Abdalla
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Pneus – Reciclar é necessário
O pneu foi praticamente inventado pelo norte-americano Charles Goodyear quando, em 1844, descobriu a borracha vulcanizada, misturando a borracha com enxofre e a deixando cair no fogo. Sem saber ele estava contribuindo com uma invenção revolucionária.
A partir dessa descoberta surgiu o pneumático, ou pneu como é mais popularmente conhecido.
O pneu é um tubo de borracha cheio de ar que proporciona conforto, pois reduz o impacto dos automóveis no solo além de ser resistente e durável, ou seja, um bem necessário para veículos.
A produção de pneus cresceu muito, na verdade, cresce junto com o desenvolvimento do país, quanto mais carros mais pneus, e quanto maior a fabricação de pneus maior o descarte irregular que causa o grande impacto que ele oferece ao meio ambiente.
O impacto causado por pneus é catastrófico, pois ele leva cerca de 600 anos para se decompor. Imagine a quantidade de pneus que são jogados fora de maneira irregular, imagine que daqui a 100 anos – que já é bastante tempo – esses pneus ainda estarão lá. Agora imagine milhares de pneus…
O que eu faço com os pneus que não vou mais utilizar?
Existem várias destinações possíveis para um pneu a ser descartado, as mais utilizadas são:
- Recauchutagem
Consiste na reforma do pneu usado, mas este precisa estar em boas condições, ou seja, não pode haver cortes, deformações e nem que o pneu esteja careca. Pois nesse processo é reposta e vulcanizada a camada superior da borracha.
- Recuperação
Na recuperação o pneu é triturado e seus resíduos são moídos até se tornarem um pó fino. Esse pó pode ser misturado com asfalto para pavimentação de vias e estacionamentos, ou pode ser utilizado em fábricas de cimento, que após ser incinerado como combustível, sua fumaça é incorporada ao produto.
O pneu recuperado também pode ser utilizado na produção de saltos, solados de calçados, mangueiras e tapetes de automóveis, entre outros.
- Regeneração
São vários os processos pelo qual o pneu passa na regeneração, sendo eles: alcalino, ácido, mecânico e vapor superaquecido.
No processo de regeneração os resíduos passam por modificações e ficam aptos para uma nova vulcanização, mas não são mais utilizados para fabricação de pneus. A borracha é separada dos demais componentes e desvulcanizada. O arame e a malha de aço são recuperados como sucata de ferro e o tecido de nylon é utilizado como reforço em embalagens de papelão.
A borracha separada, por sua vez, é utilizada na fabricação de pisos industriais e tapetes, entre outros.
Vamos colaborar com esse processo de reciclagem entregando os pneus que serão descartados para empresas qualificadas nos processos de recuperação desses pneus?
Entre em contato com a subprefeitura de seu bairro e se informe sobre postos de coletas e em seguida repasse aos seus amigos e familiares.
O meio ambiente precisa de pessoas conscientes e de atitudes.
Fernando Assad Abdalla
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Atitude sustentável – Aprenda a identificar materiais recicláveis de não recicláveis e faça sua parte para mudar o mundo.
Você sabe identificar o símbolo de reciclagem? Ele é o mesmo para latas de alumínio? E o óleo de cozinha, é certo jogá-lo no ralinho da pia?
Muito se fala nos dias de hoje sobre reciclagem, mas muitas informações ficam perdidas, pois não há campanhas específicas sobre o tema.
O que a grande maioria das pessoas sabem hoje sobre reciclagem foi o que elas ouviram aqui e ali. Ou leram em uma matéria – minúscula por sinal – em alguma revista.
Foi com a intenção de deixar esse tema um pouco mais claro que decidi escrever este blog. E, assim, identificar os símbolos e/ou o que fazer com determinados materiais.
Vamos começar pelo o que pode e não pode ser reciclado.
- O que pode: Garrafas e potes de vidro, garrafas PET, sacolas de plástico, papel e papelão, jornal, revistas, filme plástico de embalagem, latas de aço, incluindo a de aerossol, latas de alumínio, isopor, tampa de aço de pote e de garrafa, papel-alumínio e embalagem de marmitex, embalagem longa-vida, grampo, fios elétricos, lâmpada incandescente e fluorescente, entre muitos outros.
- O que não pode: Espelho, lenços de papel, papel higiênico, papel vegetal, absorventes e fraldas descartáveis, embalagem engordurada, louças, barbeador descartável, papel-carbono, esponja de aço, lata de tinta, etiqueta adesiva, clipe e grampo, cabo de panela, tomada, vidro refratário de panela e travessa para microondas.
* Pode parecer um tanto óbvio, mas muitos não percebem a diferença entre Reciclável e Reciclado. Reciclável é aquele produto que pode ser reciclado e reciclado é o material que já passou pelo processo de reciclagem.
** Anti-littering é uma campanha com declarações voltadas para a necessidade de descartar a embalagem pós-consumo na lata de lixo.
- Alguns cuidados: todos os produtos recicláveis devem estar limpos. Os plásticos devem estar sem tampas. Vidros devem estar envolvidos em grossa camada de papel para não machucar o coletor do material. Papéis e sacos plásticos precisam estar secos, e as latas de metal devem ter as tampas pressionadas para dentro.
- Símbolos em embalagens plásticas – Eles facilitam a triagem dos diversos resíduos plásticos que irão para a reciclagem:
- E o óleo de fritura? O que fazer?
Muitas pessoas, por falta de informação, jogam o óleo de cozinha usado pelo ralo da pia. Sem saber elas estão contribuindo para um dos grandes problemas de poluição em mananciais. Um litro de óleo pode contaminar até 23 mil litros de água. A maneira mais correta de se desfazer desse óleo é armazená-lo em garrafas pet e doá-lo a instituições que produzem biodiesel e sabão. Hoje, a produção de sabão com óleo de fritura é umas das fontes de rendas de muitas donas de casa. Você também pode ajudá-las doando esse material diretamente para elas.
- Coleta seletiva não é mesmo que reciclagem
Coleta seletiva: É um sistema de recolhimento de materiais descartados para serem reciclados ou mesmo reutilizados.
Reciclagem: É o processo de transformação de materiais como plásticos, papel, metal e vidro, em novos produtos. Isso economiza matéria-prima, água e energia elétrica e diminui a quantidade de dejetos nos aterros sanitários.
Agora que você conhece um pouco mais sobre símbolos, coletas seletivas e reciclagem, tome uma atitude e contribua para um mundo melhor.
Fernando Assad Abdala
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O Brasil dá um show de sustentabilidade com a marca Coza
Vou apresentar três produtos de uma empresa do sul do País que acreditou em uma quebra de paradigmas em vários aspectos. A Coza!
Fundada pelo empresário Rudy Luiz Zatti, a Coza iniciou seus trabalhos em 1983, em Caxias do Sul (RS). Passados 26 anos, a Coza continua aprimorando seu trabalho todos os dias e inova constantemente nas formas, cores e materiais empregados. Já são mais de 200 produtos nas linhas Mesa, Sobre a Pia, Organização, Decoração, Lumi, Banho, Bios, Organic, Retrô, Office, Personal e Baby.
Dentro da trajetória da empresa, além da qualidade do design e da inovação, considero três outros pontos importantes na marca Coza. Pontos que transferem orgulho à Doural por oferecer alguns itens Coza aos seus clientes. Sem mencionar a tremenda simpatia que tenho por ela.
O primeiro ponto que gostaria de citar, conhecendo um pouco da trajetória da empresa, são seus comandantes: Cristina, Manuela e Daniela Zatti. Três mulheres maravilhosas, não apenas pela beleza, mas pela capacidade de empreendedorismo, além de desenvolverem o design das peças em um Brasil que vem mudando ao longo do tempo, mas que ainda é muito machista.
O segundo ponto é a mudança dos conceitos que envolvem o uso de materiais plásticos, que no passado eram considerados artigos de menor importância e agora, graças à união do design ao material, circulam por mesas de jantar, cozinha, quartos e escritórios das classes A e B. E a Coza estava certa, pois na Europa, o plástico também tem tido este mesmo reconhecimento.
O ponto final é que as meninas da Coza saíram em busca de materiais inovadores e sustentáveis. Antes mesmo de todos começarem a se preocupar com o assunto, a Coza já tinha essa atenção com o meio ambiente e a sustentabilidade. Por isso, criou três produtos inovadores:
Coza Bios
A simbiose perfeita entre plástico e madeira.
Diminuir desperdícios e poluir menos são gestos com importância vital. Pensando nisso, a Coza lançou a linha Bios, na qual o consumo consciente é reforçado pela própria origem da matéria-prima. A lignina, substância orgânica presente nestes produtos, é proveniente de madeiras certificadas e cultivadas de forma sustentável. O resultado é uma beleza clássica e um produto atóxico, que mistura a aparência da madeira com a modernidade, praticidade e leveza do plástico.
Coza Organic
A natureza agradece.
Além de preservar a natureza, a linha Coza Organic traz texturas e aromas naturais. São produtos compostos por biopolímeros, obtidos da batata e 100% biodegradáveis, que precisam de apenas 18 semanas embaixo da terra para que se decomponham completamente. Uma linha que cultiva a tendência por matérias-primas responsáveis e apresenta a beleza do design inteligente em equilíbrio com o meio ambiente.
Coza Native
O plástico tropical.
Do tropicalismo brasileiro veio a inspiração para a linha Coza Native. São produtos atóxicos que trazem em sua composição 35% de fibras extraídas do coco e que revelam, através da utilização dessa matéria-prima natural, a preocupação da Coza com a sustentabilidade. A linha Native é como o Brasil: bonita, criativa, original e cheia de surpresas.
Para finalizar só tenho mais uma coisa a dizer: Parabéns meninas, vocês me orgulham e também ao Brasil.
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Travesseiro 100% reciclável da Trisoft é a nova aposta do mercado
Pensando em qualidade e preservação ambiental, a Trisoft lança no mercado o Trisoft Eco, o primeiro travesseiro100% reciclável e ecologicamente correto. Sua composição desde o enchimento interno até o tecido externo, é feita exclusivamente de fibra de garrafa PET, obtida através da reciclagem de garrafas plásticas.
O Trisoft Eco, além de ser totalmente reciclável não utiliza água no processo de fabricação, pois emprega tecnologia de última geração em todo seu desenvolvimento. Seu enchimento interno utiliza fibra de poliéster HCS (Hollow Conjugate Siliconized), que permite maior volume e durabilidade, não deforma e proporciona um toque agradável e delicado. Sua malha Eco-PET proporciona maciez e suavidade com responsabilidade socioambiental.
Toda sua concepção foi pensada para aliar sustentabilidade no desenvolvimento do produto. Isso, além de colaborar para o aumento da reciclagem de garrafas PET no Brasil, ajuda milhares de famílias que vivem da coleta seletiva de produtos recicláveis e evita que milhares de garrafas sejam despejadas diretamente no meio ambiente, o que exigiria centenas de anos para sua completa dissolução.
A Trisoft é uma empresa que está há quase 50 anos no mercado, desenvolvendo seus produtos com tecnologia de última geração aliados à responsabilidade ambiental, o que permitiu seu crescimento nos mais diversificados segmentos industriais, fabricando mantas, agulhados, enchimentos, fibras de poliéster, isolantes termo-acústicos e travesseiros, todos com a proposta ecologicamente correta.
O Trisoft Eco pode ser encontrado na Doural por apenas R$21,99.
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